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26 de novembro de 2010

A ONU e a fé Baha’i trabalham de forma imparcial, eles não se importam com a forma de governo ( esquerda ou de direita )

 Quem decide as coisas dentro das Nações Unidas?...
Posturas que contradizem...
Analisando, pesquisando a divida pública brasileira, nos deparamos com outros fatores que não nos permite conciliar a normalidade, a verdade real; - esclarecendo assim, a omissão e conivência dos poderes constituidos, frente aos olhos da sociedade brasileira.
Em 12 de dezembro de 2002, a fé Baha’i distribuiu prêmios para ONGs que mais se destacaram em projetos educacionais, ou melhor que contribuíram para a imbecilização do sistema educacional brasileiro, estavam presentes na cerimônia Iradj Eghari e Washington Araújo ( duas personalidades com grande influência no conselho da ONU). — “Blair inicia primeira missão como enviado ao Oriente Médio “ estranho? Quando o oriente médio estiver familiarizado com a presença britânica, a ONU poderá dar a sua facada e revelar ao mundo  o grande executivo mundial ou o super-homem da globalização também foi criado pela fé Baha’i, além do envolvimento de Blair com o CFR e outros órgãos do governo mundial, ele também é um aliado dos líderes espirituais da gobalização. ― Na questão do domínio de tecnologia nuclear!... Quem decide as coisas dentro das Nações Unidas?... Quem toma decisões mesmo é o Conselho de Segurança, onde cinco países têm direito a veto. É a lógica dos vencedores da Segunda Guerra Mundial ainda comemorando, inebriados, o ocaso dos nazistas na Alemanha e observando partículas de poeira nuclear que varreram as populações das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.
Pois bem, esses cinco países que prezam pela paz no mundo e se auto designam tutores da segurança internacional são os cinco principais produtores de armas. Ou seja: os que lucram com a tragédia humana são também os defensores angelicais da paz mundial. E enquanto não se mudar essa estrutura de poder não poderá haver nem justiça nem democracia no mundo. Tampouco haverá paz, pois se as guerras necessitam de armas, as armas também necessitam de guerras. E não se fazem guerras com povos amigos: há que se escalar o inimigo, a bola da vez. Para isso, que se rasguem todos os tratados de relações internacionais, de diplomacia, de ética a permear a convivência entre as nações.
A comunidade Baha’i está estabelecida no Brasil desde 1921, ela pisou em terras tupiniquins através de Leonora Amstrong, a sua principal área de trabalho estava relacionada aos direitos das mulheres e outros projetos sociais, mas o projeto do governo mundial começou a ser implantado somente depois do dia 11/09/2001, com isso temos mais uma prova de que os atentados ao WTC foram planejados. Após essa data tanto os baha’is como a ONU aceleraram o processo da nova ordem mundial, no Brasil a comunidade Baha’i começou a por em prática o seu plano diabólico de governo durante o governo FHC.
Governo da direita FHC e Washington Araújo - secretário de Comunicação da Comunidade Bahá`í, Washington Araújo é membro da Academia de Letras do Distrito Federal. É autor de diversos livros, entre eles, "Estamos desaparecendo da Terra" "Nova Ordem Mundial, Novos Paradigmas" 

A ONU e a fé Baha’i trabalham de forma imparcial, eles não se importam com a forma de governo ( esquerda ou de direita ), o importante é atingir a meta do governo unificado. O governo FHC foi marcado por privatizações que beneficiaram as grandes potências internacionais e a exploração do mercado mundial sobre o Brasil. Através dessa política externa a taxa de desemprego aumentou, a previdência social entrou em declínio e as verbas para as áreas de educação e saúde estavam quase no fim. Nesse momento o Brasil precisava de um governo esquerdista , que usasse todos os conceitos dialéticos de imbecilização social criados por Karl Marx.
Para garantir a continuidade do plano e evitar um possível fracasso nas eleições , os Baha’is entraram rapidamente em ação, todos principais candidatos ao governo do Brasil , receberam o plano de governo da ONU elaborado pelos Baha’is , abaixo uma foto desse “grandioso evento “ onde o governo de esquerda de lula recebe o verdadeiro plano de governo mundial e depois se compromete em obedecê-lo.
Aqui lula com alguns ilustres e influentes baha'is da ONU:
O plano de governo pode ser encontrado nos 6 livros, que foram entregues ao atual presidente :


- Os Sete Vales - O documento sobre Bahá'u'lláh - A Prosperidade da Humanidade - A Promessa da Paz Mundial - Momento Decisivo para Todas as Nações - E outras sugestões para os novos Presidente, governadores e Parlamentares. ( se você dúvidar é so contar os livros na foto )
Regras para a criação de uma sociedade que será guiada pelos seus próprios desejos, uma economia centralizada, um sistema totalitário de governo controlado por uma espécie de super homem [.], o fim das constituições locais por uma constituição mundial, uma adoração a um deus pagão e a suposta comunidade agrupada nas mais diversas Ongs "auxiliando" o governo local; — os Baha’is estão espalhados em todo o país, eles se posicionam em cargos estratégicos dentro do governo local e depois trocam informações dentro das assembleías da ONU; - A pesquisadora Catie Honeyman do ISGP ( Instituto de estudos sobre a prosperidade global) esteve no Brasil a alguns anos atrás recolhendo as mais diversas informações políticas, e econômicas para ajudar na criação da nova ordem mundial.

Outro exemplo sobre isso pode ser visto através do secretario nacional de assuntos externos da comunidade baha’i Iradj Roberto Eghari (ele também pertence ao FNEDH Fórum nacional de educação e direitos humanos e a secretaria de direitos humanos da presidência da republica ). Eghari também faz parte de um grupo de especialistas em globalização, as informações que ele passa para a ONU são extremamente respeitadas

Em suas palestras ele defende a idéia do governo unificado de baha’u’llah, como a solução de todos os problemas do mundo e também a única solução para a comunidade global. Aparentemente todas essas obras podem até parecer boas, mas não são , resolver problemas através do consenso apenas criará conflitos intermináveis.
Além da interferência na política eles também atuam nas mais diversas ONGS e associações, uma que merece destaque é a associação monte Carmelo , onde as crianças sofrem uma lavagem cerebral com a leitura diária dos escritos de Baha-u-llah e são treinadas para se transformarem em futuros lideres comunitários. Dessa forma os baha’is estão presente em todas as áreas no Brasil. Os Baha’is usam suas ongs “ humanitárias”,
A preocupação com o verde criou o eco-terrorismo, todos os aderentes da Nova Era detestam a industrialização, para se ver o desastre que isso criou no Brasil , basta andar pelos grandes pólos industriais brasileiros ( ex:São Paulo  ) e ver a quantidade de fabricas abandonadas que se transformam em condomínios de luxo repleto de árvores. (observem avenda de Créditos de Carbono de JPMorgam/Pérsio Arida!) 


É lastimável a não transparência dos políticos em que o povo elege sem comunicar a população seus projetos e “esquemas” de governo; -  Fica o cidadão brasileiro exclamando, sem ação,... perante   o terrorismo, tráfico, escancarado em nossas cidades; - estupros, pedofilia, psicopatias importantes livres, soltas, assassinatos dos genitores, vendas de órgãos,... 
Será ou é crime, apelar à violência para deter um genocídio anunciado e já em fase avançada de execução? E o poder executivo não deve iniciar mesmo que tardiamente a educação e diciplina na tentativa de prevenir a violência e o genocídio?

16 de novembro de 2010

Escravização através da dívida pública

As cifras espantosas da dívida - Adriano Benayon*

1 - Em junho de 2008, o nº 43, A Nova Democracia publicou o artigo de minha autoria, Perdas com o serviço da dívida.
2 - Mostrei então que a União despendeu, de 1988 a 2007, R$ 4,5 trilhões no serviço das dívidas interna e externa, em valor atualizado a preços de 2007, por juros, encargos e amortizações, não contadas as rolagens. A fonte dos dados, em preços correntes, é a SIAFI, STN (Secretaria do Tesouro Nacional, despesas da União por grupo).
3 - Acrescentando a despesa de 2008 e 2009, e atualizando tudo em preços de dezembro de 2009, o gasto acumulado, de 1988 a 2009, com o serviço da dívida ascendeu a R$ 5,7 trilhões.
4 - Note-se a assustadora velocidade de crescimento desse serviço, que já havia sido recorde em 2007 com R$ 244 bilhões. A elevação foi de 15% de 2007 para 2008 (R$ 280 bilhões) e de 35% de 2008 para 2009 (R$ 380 bilhões), em preços correntes.
5 - Pergunto: quem teve aumentos anuais nesses percentuais sendo assalariado ou como empresário pequeno ou médio? A propósito, eu havia esquecido de fazer a mesma pergunta no artigo do mês passado, Brincando à beira do abismo, AND nº 63, março de 2010, em que descrevi a ininterrupta escalada dos lucros dos bancos em atividade no Brasil, de 1995 a 2010.

Bancos, juros, SELIC

6 - Não é difícil explicar a coincidência entre o aumento dos lucros dos bancos e o aumento dos gastos da União com a dívida pública federal. De fato, há um elo entre as duas coisas: as taxas de juros, no Brasil as mais altas do mundo, como é notório.
7 - A fim de colaborar com a CPI, cujo corpo técnico procura suscitar a instalação de comissão permanente na Câmara dos Deputados para realizar a auditoria da dívida, o Engenheiro Luiz Cordioli fez exaustivo levantamento das operações de títulos do Tesouro com taxa SELIC, de 1986 a 2009. Suas tabelas apontam conclusões estarrecedoras, como esta: a aplicação de uma unidade de moeda em junho de 1986 à taxa SELIC resultaria no fantástico número de 14,45 bilhões. Claro que raros se beneficiaram sempre da SELIC, que superava a taxa de inflação, mesmo quando esta era estratosférica. Muitos, muitíssimos, muitas vezes, foram lesados, como os confiscados pelo Plano Collor e os prejudicados pelos demais planos, a cada troca de moeda.
8 - Não que os bancos só obtenham lucros aplicando, em títulos da dívida pública e para ganho próprio, o dinheiro que as pessoas neles depositam. Também auferem muito, sugando diretamente as pessoas físicas e jurídicas que deles precisam para tomar créditos, pois nesse caso as taxas são astronômicas, como, por exemplo, no cheque especial.

Estados e municípios

9 - Falando em juros dessa ordem, por incrível que pareça, os Estados e os municípios pagam à União juros extorsivos, ainda mais altos que os propiciados aos aplicadores financeiros bafejados pela generosidade (com o direito alheio) do Banco Central e do COPOM (Comitê de Política Monetária, controlado pelo Banco Central).
10 - O contador João Pedro Casarotto expôs, na CPI em curso na Câmara dos Deputados, os diversos ônus que incidem sobre as dívidas dos estados e municípios. Entre esses está a correção monetária por meio do IGP-DI, que tem superado em muito os índices de preços ao consumidor. Vale citar este flash do resultado disso:
"Em valores de dezembro de 2008, os Estados receberam R$ 184,98 bi, pagaram R$ 119,49 bi e ainda estão devendo R$ 320,25 bi. Um formidável subsídio dos Estados para a União de R$ 254,76 bilhões, o que se explica por ter o Gov1erno Federal da época tratado o empréstimo como ... reles operação bancária comercial".
11 -  A "renegociação" das dívidas dos estados e municípios (1997/1998) é uma das incontáveis bombas destruidoras, de efeito retardado, deixadas no País pela famigerada administração tucana, por ordem do FMI, Banco Mundial et caterva (i.e., bancos estrangeiros ditos credores). Na ocasião, as dívidas estaduais foram assumidas pela União.

As múltiplas sangrias

12 - Resumindo a dinâmica da agiotagem, o povo brasileiro é extorquido diretamente pelos juros quando toma empréstimos, usa cheque especial ou qualquer outra forma de crédito, e indiretamente, pagando impostos cuja arrecadação escorre pelo ralo da dívida pública nos três níveis da Federação.
13 - Por cúmulo, mesmo com a altíssima carga tributária, equivalente a 35,8% do PIB (era de 23,7% em 1989, tendo aumentado 51%), os brasileiros não contam com serviços públicos dignos desse nome, não só porque os ainda providos, em tese, pelo Estado têm caído em qualidade, mas também porque parte substancial deles foi privatizada.
14 - Essa é outra bomba destruidora, montada pela tucanagem e mantida pelos petistas, não menos hipócritas. A privatização resultou em que se adicionem à carga tributária imposta pelo setor público as tarifas abusivas, e sempre em aumento, cobradas pelas empresas transnacionais que se apropriaram das concessões. Essas concessionárias quase nada investem; fazem, em geral, cair ainda mais a qualidade dos serviços; e devastam recursos naturais inestimáveis, como acontece com a água.
15 -  A água, por demais abundante no Brasil, vem sendo crescentemente fornecida por transnacionais, como a Suez, Nestlé e Coca-Cola. Além disso, engarrafada com a adição de químicos e desmineralizada para ser vendida à população, que deveria desfrutar de água natural, saudável, e de graça. Ademais, as transnacionais do setor, que se vêm expandindo por grande número de cidades, fazem esgotar e deteriorar os lençóis freáticos. Para controlar a água, prometem investir em saneamento, e não o fazem.
16 - Não bastasse a exação através dos juros do crédito, a dos impostos pagos aos governos federal, estadual e municipal, a das tarifas dos serviços públicos, há ainda a dos preços de oligopólio dos bens e serviços pagos às empresas ditas produtivas, das quais as principais estão, hoje, quase todas, sob controle estrangeiro.
17 - Um dos exemplos mais acintosos desse deboche são os preços dos automóveis: o consumidor brasileiro paga pelo mesmo carro — fabricado no Brasil — o dobro do preço dele no exterior, por exemplo, na Argentina e no México. Essa diferença de 100% corresponde, quase toda, a lucros dos oligopólios, aumentados pelas inúmeras isenções e vantagens à exportação dadas pelo "governo", sem falar nos subsídios à produção, inclusive taxas de juros favoráveis por conta do BNDES.
________________
* Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de "Globalização versus Desenvolvimento", editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

14 de abril de 2010

CPI da Dívida em 2009 e o seu silêncio

Aprovada na Câmara dos Deputados em 08/12/2008 a CPI da Dívida Pública
A maioria da população brasileira desconhece o fato que, uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, instalada no âmbito da Câmara dos Deputados desde 19/8/09, a custa de muita pressão de movimentos sindicais e sociais combativos, investiga a verdadeira natureza da dívida pública brasileira, que chega a consumir até 47% do orçamento que o país poderia direcionar para educação, saúde e outros investimentos.

O silêncio sobre a CPI imposto à mídia convencional e mesmo a alguns setores do movimento sindical e popular tem um propósito bastante claro: reforçar o mote publicitário alardeado pelo governo Lula de que o Brasil acabou com sua dívida externa e “é até capaz de emprestar dinheiro ao fundo Monetário Internacional – FMI”.

Entretanto, “a dívida externa brasileira não acabou”. Garante Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fatorelli.

O Brasil enviou ao exterior, de 1979 a 2003, a título de juros e amortizações da dívida externa, US$ 170 bilhões a mais do que recebeu de empréstimos, e a dívida se multiplicou por quase cinco. ( E os resultados compensatórios?)

Evolução da dívida interna segundo a Auditoria Cidadã da Dívida
gráfico divulgado pela Auditoria Cidadã da Dívida
O Brasil agora vai emprestar dinheiro ao FMI!”, perguntou o presidente aos jornalistas em tom de campanha e de deboche. O factóide da quitação do FMI. Na prática, o governo trocou uma dívida com juros de 4% ao ano por outra com juros entre 8% e 12,75%.
E o Período de 2003 a 2010 auditada sem a transparência na mostragem dos documentos.
A origem da dívida atual pode ser explicada a partir da década de 70.Disse a Auditoria Cidadã, contratos haviam sido assinados pelos governos militares da época admitindo-se juros flutuantes, o que permitiu aos credores aumentarem livremente as taxas de juros, que saltaram de patamares em torno de 5% ao ano para mais de 20% ao ano, provocando a multiplicação do valor da dívida externa. Esse aumento unilateral das taxas de juros é considerado ilegal pelo Direito Internacional. (Período não Auditado?)

Porém, a CPI não menciona o período de 1935 a 1969. (Período não auditado?)

Como sabemos em 1934 no governo Getúlio Vargas, a dívida foi renegociada e a posição da dívida pública ficou exposta em relatórios.
Brasil Divida Pública  até 1934 - Aos Brasileiros que já leram peço que releiam... Aos brasileiros que não leram a obra de Gustavo Barroso Brasil – Colônia de Banqueiros  ″a divida pública assumida até 1934” PEÇO LER... para entenderem como e porque... o Brasil virou de cabeça para baixo.  Até nossos dias, e nenhum político teve a intenção, interesse, ousadia, em VIRÁ-LO de cabeça para cima, consertando a expropriada e desgastada República Brasileira.

Os brasileiros devem guardar bem guardada a lembrança da data: – 12 de janeiro de 1825. Nesse dia, os banqueiros puseram o pé sobre o nosso corpo, passamos a pertencer-lhes e durante mais de cem anos para eles trabalhamos. Nathan Mayer Rotschild! Este nome está preso a toda a engrenagem financeira mundial do começo do século.
Os negociadores desse pacto, Barbacena e Itabaiana, eram íntimos e se tratavam em carta por amigo do coração. O primeiro fora acreditado plenipotenciário do Brasil na
 Grã- Bretanha.
Os brasileiros humildes, brancos, caboclos, negros e mestiços, unidos como nos gloriosos dias da guerra holandesa, haviam derramado seu
sangue no Genipapo, em Itaparica e em Pirajá. Os brasileiros chamarrados de ouro fizeram as combinações diplomáticas, os pactos de família e as negociatas de dinheiro...  Cinco anos mais e batíamos de novo, o que era fatal, humildes, ansiosos, dilacerados de lutas e dívidas, à porta de  Thomas Wilson e de Nathan Mayer Rotschild.
Tínhamos sido uma colônia dos Rotschild e somente dos Rotschild, porque, pelas operações feitas subseqüentemente às contratadas com outros banqueiros, eles haviam monopolizado todas as nossas dívidas.
Desperta Brasil,
 “adormecido eternamente em berço Esplêndido”,
desperta e caminha! Já é tempo de fazeres
retinir e retilintar as tuas algemas, amedrontando os que te vendem
ainda os que te têm comprado.
primeira hipoteca das receitas das Estradas de Ferro Sorocabana e Ituana,
das Estradas de Ferro do Estado, suas oficinas, mercadorias, sítios e privilégios.
segunda hipoteca das rendas da Sorocabana e da Ituana,
penhorou a taxa de exportação do café, em 1921, hipoteca da taxa sobre o café  ao combinado Rotschild, Baring, Schroeder
garantido pela primeira hipoteca do imposto de transmissão de propriedades e heranças, até 1950.
até 1956 com  hipoteca do serviço de águas e,esgotos.
hipoteca do imposto de transmissão de propriedades e heranças, até 1968.
todos os impostos estaduais.
e lá no fundo o judeu de bocarra
escancarada, lambendo os beiços... Ó, Brasil gostoso, com
Comissão de Constituição e de Finanças, com João Ramalho
e a Constituição de 1891, e tudo o mais! ...
Ó, Brasil bom
para pagar juros entra ano sai ano, chova ou faça sol!
Brasil do Jeca opilado e desesperançado que diz
com o seu sorriso fatalista:
- É, plantando dá!
Ele sabe que dá e só planta o estrito necessário para não
morrer de fome. O seu instinto de primitivo lhe diz que o que
ele plantar a mais será para Rotschild, o poder colossal! de
além dos mares.
Tragédia monstruosa do pobre povo brasileiro!
No Brasil, os governos passaram a explorar o povo e reduziram os
cargos da administração, de um dever de servir,
na verdade, ao povo, a uma oportunidade para vantagens
pessoais. No exterior, os banqueiros, em nome
do nosso país e, jogando com o crédito e a honestidade proverbial
do nosso povo, exploravam os prestamistas ingênuos,
obtendo dinheiro, parte do qual repartiam, de um lado,
entre si, e dooutro, com autoridades e representantes do
governo do Brasil. Para beneficio do povo, quando ia, ia uma
insignificância. O povo pagava os impostos, e a força armada,em
nome da legalidade, era induzida a manter nos postos do governo
homens de caráter duvidosos. Do exterior os
banqueiros faziam circular a noticia de que, se o país
não pagasse as suas dívidas, teria as suas alfândegas ocupadas
pela força armada das nações dos credores estrangeiros.
No meio de tudo isso, o povo parecia marchar
para a degeneração dos valores morais. Parecia acovardar-se
diante da mais infantil ameaça.
LEIAM!